
ORGANIZAÇÕES ABRANGIDAS: Todos os agentes culturais privados que não tenham fins lucrativos designadamente, colectivos de artistas e criadores, associações culturais, organizações de teatro, dança, música, artes visuais e outras organizações culturais ou artísticas.
TAXA DE INSCRIÇÃO: Gratuita
(Inclui o livre a acesso a todas as actividades e sessões dos Encontros Alcultur e da Expocultura, a documentação, o jantar de abertura e preços especiais nos hotéis e restaurante oficiais).
LIMITE DE INSCRIÇÕES: O máximo de duas pessoas por organização / entidade no limite de duzentos inscritos. Os inscritos devem obrigatoriamente fazer parte da organização / entidade ou demonstrar que a representam.
CRITÉRIO: A ficha de inscrição deverá ser enviada por correio, sendo considerada, para efeitos de aceitação e validação, a data de carimbo de correio e o respectivo carimbo de entrada nos serviços da Direcção-Geral das Artes.
PRAZO: A data limite para inscrição é o dia 12 de Fevereiro de 2009.
PENALIZAÇÕES: As organizações / entidades que inscrevam representantes que não participem nos Encontros não poderão voltar a beneficiar de condições especiais de inscrição e participação em futuras edições dos Encontros AlCultur nem serão, para o efeito, apoiadas pela Direcção-Geral das Artes.
PROCESSO DE INSCRIÇÃO: Para beneficiar deste apoio as inscrições devem obrigatoriamente ser enviadas por correio para a Direcção-Geral das Artes que, após validação, as remeterá ao secretariado dos Encontros AlCultur.
O FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO (específico) está disponível nos sítios da Direcção-Geral das Artes - www.dgartes.pt e dos Encontros AlCultur – www.alcultur.org
CONVITE A sessão de apresentação terá lugar no dia 8 de Novembro de 2008, pelas 16.30h, no Teatro Municipal de Almada | Café Concerto. |
À data da realização do AlCultur Almada 2007 eu era ainda a Presidente do Observatório das Actividades Culturais – OAC (função de que me retirei em Novembro de 2007, já jubilada) e, enquanto tal, cabia-me, como era habitual, fazer uma apresentação dos trabalhos desenvolvidos no âmbito do OAC, caso deste Inquérito aos Participantes do AlCultur 2007. Aliás, já o tinha feito relativamente ao AlCultur Faro 2005, objecto de um outro estudo realizado também no OAC. Mas uma vez que o presente livro se publica agora em 2008, é antes como sua leitora e como participante dos Encontros AlCultur, quer a título de oradora, quer de elemento da audiência, que escrevo estas breves linhas prefaciadoras.Contando nesta altura quatro edições (o AlCultur Almada 2007 corresponde à terceira), os ditos Encontros constituem hoje um evento esperado por diversos agentes de algum modo ligados ao sector cultural, um evento que ganhou uma marca, visibilidade crescente, condições de sustentabilidade. Para tal têm concorrido vários factores (interesse e qualidade dos Programas, estímulo das entidades apoiantes, elevada participação, etc.) mas nunca é demais sublinhar o empenho, o saber-fazer e a persistência dos organizadores e, muito em particular, do coordenador dos Encontros, Vítor Martelo.
Uma das características transversais aos Programas dos sucessivos AlCultur é a natureza mista da composição dos seus participantes que, no caso dos oradores, sem deixarem de incluir os chamados académicos (professores e investigadores de várias universidades e centros de pesquisa) abrem um largo espaço para quadros técnicos (gestores, programadores, coordenadores de redes, dirigentes autárquicos, etc.) e para artistas (teatro, cinema, dança, etc.). Resulta daqui uma abordagem diversificada dos temas propostos, em princípio favorável a uma recepção mais activa por parte das audiências que podem confrontar olhares muito diferentes sobre uma mesma temática, o que, por sua vez, será favorável também a debates mais acesos, frequentes, tanto quanto me tem parecido, nos Encontros AlCultur onde, em regra, o tempo para a intervenção da sala não se arrasta nos penosos silêncios com que, muitas vezes, se defrontam alguns outros encontros.
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